Você perde a paciência e, às vezes, até a razão por trabalhar com pessoas que não fazem o que deveriam fazer?

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Se sua resposta é SIM, estamos no mesmo barco.

Às vezes perco a razão e acabo falando o que não devia devido a algumas situações realmente irritantes.

Chego a parecer arrogante e a ouvir comentário de que “eu meu me acho mais mais inteligente que os outros”.

Tenho plena consciência que devem comentar sobre o meu “mau humor”, mas fazer o quê, até tento mudar, mas isso dura apenas algum tempo, pra não dizer talvez alguns minutos.

No entanto, também sei que me acham uma pessoa de bom coração, que faz de tudo para que os colaboradores consigam um salário melhor/maior ou, até mesmo, que consigam um novo emprego que talvez pague mais, tento achar solução para que consigam uma comissão nos produtos que trabalhamos e mostro o motivo pelo qual devemos sempre ser os melhores naquilo que fazemos. Tudo isso talvez faça com que nossos colaboradores, em sua maioria, fiquem anos trabalhando conosco.

Mas, voltando ao assunto da minha “pouca paciência”. Você, que está lendo esse texto, seja empresário ou funcionário, trabalha com boas pessoas, parceiras, amigas, mas que no dia-a-dia parecem fazer coisas e têm atitudes que geram dúvidas em você. Você não sabe se a pessoa não produz/cria/desenvolve o suficiente e com vontade porque tem preguiça, porque é ineficiente ou por burrice mesmo.

Esse tipo de coisa é tão comum nas empresas que às vezes eu fico com vontade de dar um solavanco na pessoa pra ver se ela acorda pra vida, pra ver se realmente sua cabeça está no lugar, porque talvez chacoalhando, os parafusos da pessoa voltam ao lugar e ela começa a funcionar como deveria. Como se fosse um carro velho, que precisa de um empurrão de vez em quando.

E essas pessoas, em sua maioria, sabem o que tem que ser feito. Mas não fazem. Preferem esperar levar uma advertência e, até sabem que irão levar, para só assim, fazerem o que já sabiam que deveriam fazer. Em outros momentos, fazem diversas coisas que não trazem nenhum benefício para a empresa e nem pra sí próprio, mas não param para pensar em uma maneira de maximizar seu serviço, para analisar suas rotinas e propor à empresa o que poderia ser alterado ou melhorado para adiantar seus processos ou até mesmo o da empresa.

Muitos não fazem isso com medo de perder o emprego, outros porque acham que a empresa iria ganhar mais e ela própria não iria ganhar nada em ajudar. Dessa forma, claro que nunca irá ganhar mais, porque a empresa nunca saberá se realmente ela tinha capacidade para isso. Aí, quando uma outra pessoa dá uma sugestão, aquela que poderia ter feito diz: “Eu já tinha pensado nisso, a ideia era minha”. Como dizem na gíria “perdeu playboy”. Perdeu a oportunidade de se destacar na empresa.

Para fechar o raciocínio, que é sobre a tensão que temos com esse tipo de pessoa, acho que consegui chegar a uma conclusão. Lendo o livro “Dobre Seus Lucros” do autor Bob Fifer, descobri que você pode minimizar bastante seu stress com pessoas assim. E mais, você não precisa usar as táticas apresentadas neste livro apenas com seus colaboradores. Pode usá-las no dia-a-dia, com fornecedores, clientes, sócios, familiares, amigos (não sinceros), enfim, com todo tipo de gente que você se irrita esperando mais delas e elas não fazem nenhuma força para se tornarem mais eficientes, mais amigas, mais parceiras, mais pró-ativas.

Talvez esperamos demais das pessoas, e cada uma tem seu tempo, como dizem por aí. Mas a vida é tão curta que eu, por exemplo, não quero esperar o tempo de ninguém, quero fazer o meu tempo. E você?

Nos encontramos no próximo post.

Abraços, fique com DEUS, e não seja tão estressado como eu.

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